PRÁTICAS INTEGRATIVAS, SAÚDE E ESPIRITUALIDADE

Quando falamos em qualidade de vida, falamos em um processo de saúde x doença, onde estamos continuamente participantes de um processo de “sentir-se bem” e a qualidade de vida é individual e subjetiva ao ser de acordo com seus objetivos, perspectivas, meio social e etc.

Logo, é importante lembrar que, avançamos no entendimento do ser como biopsicossocial e sendo assim, inserido em seus processos mentais, sociais, fisiológicos, participantes de grupos religiosos, processos afetivos, familiares com constante movimento e necessidade de adaptações que podemos chamar de neuroplasticidade.

Por que estamos contextualizando tudo isso? O que são as práticas integrativas?

A contextualização é necessária para introduzir o assunto que iremos abordar sobre as práticas integrativas, a saúde e a espiritualidade.

As práticas integrativas são métodos de atendimento que “auxiliam” práticas clínicas. É entendido que não tão somente medicamentos químicos causam reações em organismos vivos, prova disso são os efeitos dos placebos, sendo assim, reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde – OMS como Medicina Tradicional, as práticas integrativas compreendem um grupo de práticas de atenção à saúde não alopáticas e englobam atividades como a acupuntura, naturopatia, fitoterapia, meditação, reiki, aromaterapia dentre outras; onde esses recursos terapêuticos baseados em conhecimentos tradicionais, voltam-se para a prevenção de doenças que circundam desde depressão à hipertensão arterial.

Em continuidade podemos abordar a seguinte reflexão:

O que é saúde?

Acredita-se que estamos em um constante processo de adaptação ao meio, às pessoas, às situações e assim o que garante a melhor condição de saúde é o processo de ressignificar, de lidar com suas feridas, ter inteligência emocional para enfrentar os desafios e maturidade com sabedoria para cuidar do corpo afim de evitar, tratar e até mesmo curar seus traumas e “CID’s” cada vez mais complexos.

E onde entra a espiritualidade?

A nova perspectiva científica da natureza humana aponta para o papel das crenças e da fé no novo modelo de saúde x doença. O assunto se tornou tão abrangente que virou tema de Simpósios, Debates e aguça a curiosidade dos cientistas na busca pelo entendimento de quem somos, pra onde vamos e que, o Ser humano é tão complexo em sua singularidade e subjetividade que seria muito reducionista diminuir sua capacidade mental através única e exclusivamente da ótica “embaçada” de lentes científicas.

E reitero, não estamos dialogando sobre religião; mas sobre fé.

E por que abordei tão profundamente esse assunto?

Ora... fui convidada a escrever esse artigo e quão carinhoso foi esse convite; então pensei em algo que pudesse acrescentar conteúdo à essência dessa página e eis que, me deparei lendo sobre o significado e uso de incenso e essências e então...

Somos nossos sentidos e cada sentido tem sua particularidade como por exemplo: ao paladar; o doce, azedo, salgado com várias gradações de quente e frio; aos olhos: a luz, a escuridão a localização e o explorar; ao toque: a identificação, o sentimento, a textura; à audição: o despertar e o silenciar na mais barulhenta mente repetitiva de hábitos convencionais. E o olfato? ... ahh como é bom o cheirinho da infância! Afinal que cheiro é esse?

Logo, o que nos define? Apenas os cinco sentidos aprendidos na escola: olfato, paladar, tato, visão e audição?!?

Somos muitos outros sentidos e receptores, onde estudos apontam para pelo menos 21.

E o cheirinho de café fresquinho no campo em um início de manhã; ou os biscoitos quentes saindo no forno nos remete ao aconchego, à segurança a familiaridade e essa “sensação” nada mais é do que a associação que o nosso cérebro acessa ao despertar memórias.

São “lá”, nas mágicas memórias que tudo acontece.

Que sentimos em memória o “calor do abraço”; o barulho da chuva na telha de barro; o olhar carinhoso de nossos cuidadores; o toque cuidadoso de pequenas mãos no rosto tirando os cabelos dos olhos e secando o suor com o braço para poder queimar a boca ao degustar um bolo quente.

Assim também, como as mesmas memórias que nos agonia de forma inconsciente e nos remete à infância marcada por traumas escondidos embaixo dos nossos cílios rebocados e das nossas testas franzidas.

A aromaterapia é uma prática integrativa que pode “acessar” de forma sutil o inconsciente. E quer algo mais atraente que o entendimento ou o alimentar dessa “poderosa mente” que governa nossos instintos mais primitivos?

Então, deixo aqui a minha gratidão por poder compartilhar um pouquinho desse mundo maravilhoso que é e mente humana.

Para reflexão: Ao acessar as estruturas cerebrais, onde está a memória?

Sim é sabido que ela é armazenada no hipocampo, sendo esse uma estrutura do cérebro encaixada profundamente no lóbulo temporal de cada córtice cerebral. É uma parte importante do sistema límbico, de uma região cortical que regule a motivação, emoção,

aprendendo, e de memória. Mas, fora a explicação lógica; permita-se sentir e abastecer de informações positivas esse monte de significados que conclui um estudo, mas não nos define enquanto Seres Humanos.

Uma frase que gosto de usar nas minhas palestras:

“As estruturas físicas me definem, mas não me conclui; porque eu posso te surpreender!!!"

Então, surpreenda-se como a melhor versão de si mesmo.

Gratidão e beijos de Luz

Giselle Martins

Vamos conversar um pouquinho?

PRÁTICAS INTEGRATIVAS, SAÚDE E ESPIRITUALIDADE

Quando falamos em qualidade de vida, falamos em um processo de saúde x doença, onde estamos continuamente participantes de um processo de “sentir-se bem” e a qualidade de vida é individual e subjetiva ao ser de acordo com seus objetivos, perspectivas, meio social e etc.

Logo, é importante lembrar que, avançamos no entendimento do ser como biopsicossocial e sendo assim, inserido em seus processos mentais, sociais, fisiológicos, participantes de grupos religiosos, processos afetivos, familiares com constante movimento e necessidade de adaptações que podemos chamar de neuroplasticidade.

Por que estamos contextualizando tudo isso? O que são as práticas integrativas?

A contextualização é necessária para introduzir o assunto que iremos abordar sobre as práticas integrativas, a saúde e a espiritualidade.

As práticas integrativas são métodos de atendimento que “auxiliam” práticas clínicas. É entendido que não tão somente medicamentos químicos causam reações em organismos vivos, prova disso são os efeitos dos placebos, sendo assim, reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde – OMS como Medicina Tradicional, as práticas integrativas compreendem um grupo de práticas de atenção à saúde não alopáticas e englobam atividades como a acupuntura, naturopatia, fitoterapia, meditação, reiki, aromaterapia dentre outras; onde esses recursos terapêuticos baseados em conhecimentos tradicionais, voltam-se para a prevenção de doenças que circundam desde depressão à hipertensão arterial.

Em continuidade podemos abordar a seguinte reflexão: O que é saúde?

Acredita-se que estamos em um constante processo de adaptação ao meio, às pessoas, às situações e assim o que garante a melhor condição de saúde é o processo de ressignificar, de lidar com suas feridas, ter inteligência emocional para enfrentar os desafios e maturidade com sabedoria para cuidar do corpo afim de evitar, tratar e até mesmo curar seus traumas e “CID’s” cada vez mais complexos.

E onde entra a espiritualidade?

A nova perspectiva científica da natureza humana aponta para o papel das crenças e da fé no novo modelo de saúde x doença. O assunto se tornou tão abrangente que virou tema de Simpósios, Debates e aguça a curiosidade dos cientistas na busca pelo entendimento de quem somos, pra onde vamos e que, o Ser humano é tão complexo em sua singularidade e subjetividade que seria muito reducionista diminuir sua capacidade mental através única e exclusivamente da ótica “embaçada” de lentes científicas.

E reitero, não estamos dialogando sobre religião; mas sobre fé.

E por que abordei tão profundamente esse assunto?

Ora... fui convidada a escrever esse artigo e quão carinhoso foi esse convite; então pensei em algo que pudesse acrescentar conteúdo à essência dessa página e eis que, me deparei lendo sobre o significado e uso de incenso e essências e então...

Somos nossos sentidos e cada sentido tem sua particularidade como por exemplo: ao paladar; o doce, azedo, salgado com várias gradações de quente e frio; aos olhos: a luz, a escuridão a localização e o explorar; ao toque: a identificação, o sentimento, a textura; à audição: o despertar e o silenciar na mais barulhenta mente repetitiva de hábitos convencionais. E o olfato? ... ahh como é bom o cheirinho da infância! Afinal que cheiro é esse?

Logo, o que nos define? Apenas os cinco sentidos aprendidos na escola: olfato, paladar, tato, visão e audição?!?

Somos muitos outros sentidos e receptores, onde estudos apontam para pelo menos 21.

E o cheirinho de café fresquinho no campo em um início de manhã; ou os biscoitos quentes saindo no forno nos remete ao aconchego, à segurança a familiaridade e essa “sensação” nada mais é do que a associação que o nosso cérebro acessa ao despertar memórias.

São “lá”, nas mágicas memórias que tudo acontece.

Que sentimos em memória o “calor do abraço”; o barulho da chuva na telha de barro; o olhar carinhoso de nossos cuidadores; o toque cuidadoso de pequenas mãos no rosto tirando os cabelos dos olhos e secando o suor com o braço para poder queimar a boca ao degustar um bolo quente.

Assim também, como as mesmas memórias que nos agonia de forma inconsciente e nos remete à infância marcada por traumas escondidos embaixo dos nossos cílios rebocados e das nossas testas franzidas.

A aromaterapia é uma prática integrativa que pode “acessar” de forma sutil o inconsciente. E quer algo mais atraente que o entendimento ou o alimentar dessa “poderosa mente” que governa nossos instintos mais primitivos?

Então, deixo aqui a minha gratidão por poder compartilhar um pouquinho desse mundo maravilhoso que é e mente humana.

Para reflexão: Ao acessar as estruturas cerebrais, onde está a memória?

Sim é sabido que ela é armazenada no hipocampo, sendo esse uma estrutura do cérebro encaixada profundamente no lóbulo temporal de cada córtice cerebral. É uma parte importante do sistema límbico, de uma região cortical que regule a motivação, emoção,

aprendendo, e de memória. Mas, fora a explicação lógica; permita-se sentir e abastecer de informações positivas esse monte de significados que conclui um estudo, mas não nos define enquanto Seres Humanos.

Uma frase que gosto de usar nas minhas palestras:

“As estruturas físicas me definem, mas não me conclui; porque eu posso te surpreender!!!"

Então, surpreenda-se como a melhor versão de si mesmo.

Gratidão e beijos de Luz

Giselle Martins

Vamos conversar um pouquinho?